terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Nem rei nem mito!
O graal não existe,
e o rei é parvo.
O povo, fez-se lemming; matou-se!
(O politico, esse, masturbou-se,
ao som do suicídio colectivo, porque...)
O povo antes de morrer “votou...-se”,
“votou-se” ao desespero, à perda,
“votou-se” ao nada, à merda,
“votou-se” ao vento, mas não voou...
O sonho foi forte, mas não chegou.
A diferença entre estar e ser...
é tão menor que entre ser e fazer!
Berra miúdo, BERRA!
Berra com a força que tens...
Mas, por muito que grites
Não recuperas teus três vinténs!
Chora a inocência perdida,
Chora a virgindade roubada.
Foste parvo e crédulo,
Agora já não tens nada!
Nem rei, nem mito…
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