O filósofo,
que não sabe escrever prosa,
escreve poemas
para esquecer,
a humilhação.
O filósofo,
que não sabe escrever prosa,
escreve poemas
para esquecer,
a humilhação.
(Ó pero haber...)
Los hay,
ó no los hay?
(Home...
haber,
haber o que se dí haber...
Sí que haínos!)
Haínos,
Ghordos,
Haínos
Delghados...
Haber?
Haínos!
Para todolos ghustos!
Se me põem?
Põem, põem,
põe-me fodido!
Que estranha é a noite
Nos estranhos momentos
(de Contradição.)
Em que existe!
Que extraña és la noche
En los extraños momentos
(de Contradicción.)
En que existe!
Estraña és la noche
En que yo vivo
Estraña és la vida
En esta noche.
É estranha a noite
Em que eu vivo
É estranha a vida
Nesta noite.
É estranha,
verdadeiramente, estranha,
esta tradução...
Contrariamente ao que poderíamos pensar,
O acto contraditório de contraposição
Não constitui, contraditóriamente,
Contradição à contratação
do supremo aldrabão!
Histórias,
não,
estórias,
sim
Se contarão,
no enorme e supremo momento da sua contratação!
Cuidado,
ou melhor: Atenção!
(A)(pró)xima-se
a exaltação
da sua Assunção!
(Em resposta às
"Contradições ",
ainda não escritas,
mas pensadas...)
Áaaaaaaaí!
Áíiiiiiiiiiii!
Tudo empalidece,
perante uma comichão
nos colhões!
" Sic transit gloria mundi... "
Falsamente se falam coisas,
falsamente se dizem coisas...
Lentamente a vida se faz coisas
E as coisas se fazem vida.
As (não existentes)
falsidades,
configuram nas mentes
atrozes enormidades
deixando dormentes
todas as possíveis sensibilidades.
E os actores, dementes,
de tais enormes imbecilidades
posam contentes
para todas as "pósteridades"!