Enquanto crianças morrem;
PARVOS, gritam:
LÁ, já não há escolas!
Enquanto crianças morrem;
PARVOS, cantam:
LÁ, é um enorme cemitério!
Enquanto crianças morrem;
Gente Espúria, (PARVOS!) postam:
LÁ, vive o demo em forma de gente!!!
Enquanto as crianças MORREM:
sento-me (sinto-me) aqui… Impotente!
escrevendo, parvas palavras ocas…
Enquanto as crianças MORREM:
choro lágrimas de tinta… (In)permanente!
… e, ao mesmo tempo, peso acusações reciprocas.
Mas…
…enquanto as bombas,
não param de caír,
as escolas não param de ruír!
…enquanto as reservas,
não param de surgir,
…o cemitério, não para de se expandir;
…
Ai!...
Mas pior;
Enquanto eu escrevo,
E tu me lês…
As crianças continuam a MORRER!!!
Nada acontece…
…nada muda!...
As crianças, continuam mortas!...
Tu (PARVO), continuas indignado,
Eu (PARVO), continuo um coitado…
Mas o pútrido e fétido cheiro
Do cadáver não “molestado”
E da “colateridade” do corpo inchado!
Não po(de(ve) ser… esquecido!
È a realidade imanente;
O momento fétido,
malcheiroso,
nojento
em que, no sofá,
jazemos
cheios de raiva e gordura,
com vontade de lutar,…
mas, sem força nas canetas,
e sem mais nada… só tretas!
Oh, oh!...
Grandes, ENORMES (PARVOS)… PUNHETAS!!!
De masturbação feita,
e diploma na mão
agacho-me e escondo-me
aos posts…
Aí sacudo e espremo… o cérebro!
Mas: …
As crianças continuam mortas!
E as bombas não param de cair…
MAS!:
as CRIANÇAS continuam MORTAS!
E as BOMBAS não param de CAÍR…
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